Sam Worthington pode estar em Dracula

Sam Worthington é um cara de sorte. Depois do blockbuster “O Exterminador do Futuro – A Salvação” e de estar na produção com maior bilheteria de todos os tempos, “Avatar” de James Cameron, o ator inglês pode estar em outra mega-produção, “Dracula Year Zero“.

O filme, como o próprio título original sugere, mostrará o início da trágica história do mais famoso dos vampiros, Drácula. Na direção, Alex Proyas (“Presságio”) e os responsáveis pelo roteiros são Burk Sharpless e Matt Sazama, que estão escrevendo “Flash Gordon”.

Nenhum outro nome foi confirmado pela Universal Pictures, responsável pela adaptação desta história que tem dezenas de versões. Antes disso, em abril deste ano, poderemos ver Worthington em “Fúria de Titãs”, versão do longa de 1981.

Espero que, nesta época de “Crepúsculo” não cometam o pecado de “adolescentizar” esta obra.

Fonte: Variety

Um Ano de Sofia!

Eu devia ter entendido o sinal, no dia 11 de junho de 2008, quando descobrimos que nos tornaríamos pais, e curiosamente mantive a calma, com um gostoso ar de felicidade, mesmo as circunstâncias apontando um caminho difícil. Muito difícil. Só podia ser uma coisa boa. Mais do que isso, só podia ser a melhor coisa da nossa vida. E pouco mais de sete meses depois, vimos, era, de longe, o momento mais especial que vivemos.

Há um ano, nascia Sofia. Há um ano, me tornava, na prática, um pai.

Sou bem emotivo, não é novidade, justamente por isso fiquei surpreso quando, mesmo com a Sofia no meu colo pela primeira vez, poucos segundos após seu nascimento, nenhuma lágrima me veio aos olhos. Talvez aquela bagunça de sentimentos e pensamentos (todos bons) não me deixava entender tudo aquilo. Somente depois, quando a minha saída da sala de parto foi obrigatória, ao entrar no vestiário da maternidade, foi que desabei. Literalmente. Minhas pernas bambearam, tudo ficou branco e sentei, chorando. Agora, era pra valer.

Acredito que o processo de ser pai começa neste momento, o do nascimento – diferente da mulher, que parece nascer já sabendo como é ser mãe. Claro que muito se resgata da memória. Atitudes que devem ser copiadas do pai, outras, ignoradas, outras, aos nossos olhos, “atualizadas”. Personagens, livros, filmes, amigos, irmão. Tudo é útil, mas não é uma receita de bolo, que se seguida ao pé da letra chega a um resultado satisfatório. É uma vida. Uma vida começando do zero. Uma vida na nossa mão.

Pude perceber – e a partir deste ponto falo só por mim, afinal de contas, se não posso mensurar o meu sentimento, imagine o da mãe – a grande mudança que estava por vir logo nos primeiros dias, ali mesmo, na maternidade, quando a filhinha engasgou e, novato que era (e ainda sou), me desesperei, correndo com ela no colo, do jeito que estava, até a enfermeira, que não estava lá. Os segundos que demoraram pra funcionária aparecer pareceram horas. Era uma dor diferente. Não era aquele aperto no coração que dá quando termina um namoro, quando se decepciona com alguém, quando muda de cidade. Era algo totalmente novo. Cortante, assustador. Lógico, foi só um susto. E muitos destes vieram.

Se em se tratando de dor, as palavras são insuficientes, na alegria também é assim e fica impossível não apelar para o superlativo. Do primeiro sorriso às primeiras mudanças, que, por sinal, são perceptíveis a olho nu e acontecem diariamente. Cada aprendizagem tenho vontade de contar a todos os vizinhos, amigos e inimigos a novidade. Arrancar um sorriso da Sofia é o melhor exercício. Não me canso, não ligo se alguém está olhando. Se para um sorriso de canto de boca da guria eu precisar pular e gritar feito um louco, eu faço. Se para ela gargalhar, eu precisar me machucar um pouco, também. Não sou um pai coruja. Ser pai é ser coruja.

A minha felicidade depende inteira e diretamente da felicidade da Sofia.

Eu acho engraçada a relação do pai com a filha, principalmente nos casos dos moradores de São Paulo (ou qualquer outra metrópole), que são empurrados pela correria da cidade grande, fazendo os momentos com a família cada vez menores. Saio de casa às 8h, 9h da manhã (pra alguns, ainda sou sortudo), e só chego 12 horas depois. Então, a correria me faz parecer um mero coadjuvante na vida dela, porque ao chegar do trabalho, a moça já está quase nanando. (Um pequeno desabafo antes de continuar.) É triste ver como a sociedade menospreza o sentimento do homem quando pai. Por exemplo, quando a Sofia passou 11 dias no hospital (os piores momentos da minha vida) por conta da meningite, era comum ver as pessoas no trabalho falarem comigo que a mãe devia estar sofrendo muito, como se eu, o pai, me preocupasse mais com o servidor de e-mails que estava muito lento.

O menosprezo pelo lado paterno se comprova na licença paternidade, meros quatro ou cinco dias, vulgo nada, se comparar aos seis meses da mulher (penso que o ideal seria um ano para ela). Não, não acho que os pais deveriam ficar meses parados, mas com cinco dias, mal vi a guria, sem falar que passei três destes na maternidade – sorte que peguei um dia de folga. Uau! Como consequência do fato de ser coadjuvante, a relação da filhota comigo é quase unilateral. Pouco me difere, por exemplo, do cunhado ou de alguma amiga que visita a Sofia enquanto estou no trabalho. Mas isso vai passar. Dizem.

Tudo muda na vida de um recém-pai. Prioridades, objetivos, valores. Suas roupas, que antes eram sempre poucas, agora você pensa que são muitas, enquanto o guarda-roupa do filho sempre precisa de alguma novidade. E estou citando algo bem supérfluo. O seu mundo, suas necessidades se ajustam de acordo com a vida da criança e, o melhor, você não só não importa como se orgulha e faz com prazer. E o retorno disso é infinito – literalmente. Seja num sorriso, seja aprendendo a andar (ela está quase lá), quando dorme, quando acorda com o cabelo bagunçado e já sorrindo, quando fica tão feliz que parece que vai voar, quando formula frases do tipo “agluba bê ba pah”, quando dá tchau ou quando não faz nada.

Seu filho é você melhorado. É você corrigido. É o melhor de você. E ver isso todos os dias te faz instantaneamente querer ser uma pessoa melhor.

Só entende que não há exagero nas minhas palavras quem vive isso. Acho estranho quando encontro alguém que não quer ter filhos. Respeito, mas se soubessem o que estão perdendo, com certeza, pensariam diferente. Ou então o mundo está mais egoísta (e burro) do que nunca.

Finalizando, acho importante tirar qualquer dúvida sobre a minha admiração à mãe. Se estiver procurando uma boa maneira de ser pai, a melhor é tentar, ao máximo, se parecer com a mãe é o mínimo que posso dizer. É mágica a relação, principalmente nesta fase da vida da criança, entre mãe e filho.

Planejei um post para cada dia da semana passada e, como tantas outras coisas que não saem como planejo, não deu tempo – nem sequer consegui terminar o texto na data correta (dois dias atrás). Mas nem sete nem mil posts seriam suficientes para tentar expressar a felicidade de ser pai ou a importância desta guria na minha vida. Só queria deixar registrado, mesmo de forma simples e pequena, este dia, o primeiro aniversário de Sofia. E que ela seja a pessoa mais feliz do mundo e que faça tantos outros felizes. Eu sei que fará. Logicamente, não tanto como já faz o papai babão e a linda mamãe. E obrigado ao Papai do céu por colocar essa guriazinha na minha vida – eu realmente não mereço.

Parabéns, Sofia.

Olha Isso: 42 Máscaras de Filmes

Criada por Adrian Pavic, aí vai uma lista de 42 máscaras da cultura POP. Tente adivinhar. Caso não consiga, clique na imagem pra ver as respostas num tamanho legível.

Bem louco.

Remake de “Deixa Ela Entrar” Tem Data de Estreia

Na contra-mão da purpurinada série “Crepúsculo”, que fez muito sucesso com o recente “Lua Nova”, o melhor filme sobre vampiros dos últimos anos, “Deixa Ela Entrar” não traz belos homens e mulheres sedentos por sangue ou vísceras pulando no seu colo o tempo inteiro, mas duas crianças enfrentando dificuldades semelhantes, mesmo sendo tão diferentes – vampiro e humano. Não demorou muito e Hollywood adquiriu os direitos de adaptação do livro que originou o longa sueco, para mostrar sua visão da história – como se fosse necessário.

O projeto já tem nome há alguns meses e hoje foi divulgada a data de lançamento. “Let Me In“, escrito e dirigido por Matt Reeves (de “Cloverfield”), será lançado em 1º de outubro de 2010 nos EUA. Kodi Smit-McPhee (do ainda inédito no Brasil “A Estrada”) será o reprimido adolescente Owen, que sofre com os colegas da escola e se torna amigo da recém-vizinha (e vampira) Abby, Chloe Moretz (do também inédito “Kick-Ass”). Richard Jenkins (“Queime Depois de Ler”) também está no elenco, como o “assistente” de Abby.

A presença de Jenkins e Reeves na produção americana me deixa menos pessimista, ainda assim, não penso que chegará aos pés do excelente original – como (quase?) sempre acontece em qualquer remake.

Fonte: HorrorYearBook

Olha Isso: Camiseta do GandALF

Há alguns meses, postei aqui uma estampa supimpa para camiseta, contendo diversos Spoilers. Supimpa, é claro, para quem viu os filmes.

Olhando o blog /Film, achei outra estampa, ainda mais supimpa, daquelas que, de cara, vem à mente a frase “por que não pensei nisso antes?”.

GandALF. Dispensa qualquer explicação.

MAUS, de Art Spiegelman

Até hoje, não sei muito bem de onde vinham aqueles gibis que eu lia quando era mais novo. Não sei se do meu irmão, se doado por alguém, se roubado, se emprestado. Fato é que não me lembro de, pequeno, me encontrar numa banca comprando “Turma da Mônica”, por exemplo. Além dos gibis (sempre bons) do Mauricio de Sousa, lia Zé Carioca, Tio Patinhas… Mas me ver lendo gibi naquela época não era assim tão freqüente, acontecia mais em viagens – minha família não parava num lugar por muito tempo – que só não eram intermináveis graças a essas leituras. Lembro de ter alguns em casa também, mas não era comum. Quando adolescente, sempre passava nas bancas e namorava alguma HQ, mas não tinha coragem de pedir dinheiro aos meus pais para isso. Atribuo a este fator o motivo de ser apenas um grande apreciador – e não um grande conhecedor – da nona arte.

Anos mais tarde, mais especificamente quando comecei a trabalhar, passei a investir pequena parte do meu dinheiro nisso. Começando com Batman (meu preferido) e Superman – sim, o básico de alguns da minha geração. Passando por algumas séries da DC (e suas ramificações), poucas coisas da MARVEL e outras histórias que me pareciam interessantes. Até que um dia me deparei com uma suástica e dois ratinhos: “MAUS”, de Art Spiegelman. Parei, peguei, folheei, vi a arte, li alguns quadros e, pronto, se tornou objeto de desejo. A saga completa é relativamente cara e, por algum motivo do além, mesmo quando eu tinha dinheiro, postergava a compra, como se fosse um sinal, “ainda não é o momento certo, espere, vai chegar sua hora”. Enquanto não chegava, li Alan Moore (dentre os dele, “Watchmen”, uma aula sobre super-heróis), comecei “Sandman” de Gaiman algumas vezes (até hoje, não terminei), li Eisner – qualquer obra do mestre merece um post –, passei pelo surpreendente “Fun Home”, li dos leões de Bagdá de Brian K. Vaughan e iniciei também a saga de Yorick, entre outros quadrinhos.

Outubro de 2009. Manhã de domingo. Último dia da feira da Comix em São Paulo. Eu, com 25 anos nas costas. Não podia mais esperar. Oportunidade perfeita. Eu não tinha medo de não encontrar, afinal, qualquer um que se diz amante dos quadrinhos já deve ter visto o holocausto pelos olhos do judeu polonês Vladek Spiegelman. Não estava errado, lá estava ele, “MAUS”. Na pré-seleção, tática ensinada pelo amigo Wesley Modro (este sim, um grande conhecedor dos quadrinhos) para ajudar a escolher entre tantas opções, eu já me comunicava com o livro: “calma, não se preocupe, hoje você vai pra casa comigo”. E não o decepcionei. Trouxe-o, numa cesta junto com “1602”, “Sábado dos Meus Amores”, “Epiléptico” volumes 1 e 2, “Y – O Último Homem” e “Nova Hélade”, do brasileiro Cadu Simões.

A HQ, única a receber um prêmio Pulitzer, em 1992, começa com o pequeno Art Spiegelman, roteirista e desenhista da obra, chegando aos prantos para o pai, após uma desavença com os amigos. “E-eu caí e meus amigos foram embora s-sem mim” chora o filho. “Amigos? Seus amigos? Se trancar elas em quarto sem comida por uma semana aí ia ver o que é amigo”, responde o pai, ainda com sotaque. A frase, à princípio, exagerada, também serve para dar o tom à história que se segue. Distantes há muitos anos, filho, Art (sim, o autor), vai para casa do pai, Vladek Spiegelman, após uma série de acontecimentos trágicos, ainda com a ideia de escrever sobre a vida do velho, especialmente na guerra. Então, somos apresentados a história do pai, desde o início do namoro com Anja, sua amada, os tempos na Polônia, o casamento, passando pela fuga, prisão e fim da Segunda Guerra Mundial.

Como o próprio Vladek diz no início, para contar esta história seriam necessários muitos livros, mas Spiegelman, sabiamente, escolhe os quadrinhos e uma excelente narração que nunca deixa o leitor perder o interesse, nos mostrando não só os horrores da guerra, em especial, os absurdos dos campos de concentração, mas também o reflexo deste vergonhoso acontecimento na vida de todos os sobreviventes – e, claro, nos filhos destes.

Outro acerto do autor foi a arte, toda em preto e branco, o que deixa as páginas ainda mais interessantes, pois muito, de um tema que por si só é violento e pesado, fica por conta da mente do leitor – os traços, aqui, servem apenas para guiar, e não limitar, a imaginação. Em outra sacada genial, Spiegelman representa todas as etnias com rostos de animais; ratos (daí, MAUS, rato em alemão) para os judeus, gatos para alemães, americanos como cachorros, poloneses como porcos, para citar os mais presentes.

O roteiro, claro, é o maior destaque. Spiegelman, quadrinista vindo do cenário underground americano, varia entres os mais díspares sentimentos e temas; violência nos campos de batalha e de concentração, romance, a complicada relação com o pai e deste com sua mulher, a avareza, a perda de um filho e suas consequências, o preconceito (mesmo daqueles que sofrem com ele), a felicidade nas pequenas coisas e ainda alivia com momentos cômicos, quase sempre com humor negro (já perto do final, Vladek discutindo com o gerente de um supermercado é impagável). Não será difícil em uma página se ver chorando (o casal separado no campo de concentração é de apertar o coração) e, na próxima, gargalhar, como na página 135 em uma conversa que envolve até o nome de Walt Disney. Injusto também não lembrar do suspense presente em cada fuga do astuto Vladek, um estrategista nato, que sabia escolher o momento de ficar em grupo e o momento de lutar sozinho.

A comparação com outra grande obra sobre o holocausto “A Lista de Schindler”, é inevitável, inclusive em personagens e situações, como as da câmara de gás. Obrigatória aqui a informação de que o filme, de 1993, veio após a graphic novel. Elogiar esta obra-prima, não só dos quadrinhos, mas da literatura mundial é quase chover no molhado, mas para quem ainda não leu ou pretende (re)começar a ler quadrinhos algum dia, esta é uma leitura obrigatória e, sim, ainda atual. Somos nós, humanos, ali, não ratos, porcos, gatos e cachorros, mas homens. Mesmo num tema já mostrado de diversas maneiras, “MAUS” se destaca pela realidade e consegue a proesa de ser imparcial em boa parte do livro, quando não vemos ali diferença do nazista que atira na cabeça para um judeu que trai toda uma família. Não há vilões, não há heróis, apenas humanos.

Vale cada capítulo, cada página, cada quadro e merece cada revisitada.

De olho no Oscar: Candidatos a Melhor Canção

Centenas de sites divulgaram na noite de ontem as 63 canções semi-finalistas ao Oscar de Melhor Canção Original em 2010.  Mas até agora não vi ninguém divulgar quem são os executores destas canções (em inglês soa bem melhor, performers). Para que ficar sabendo disso? Pra ter uma idéia de quem poderá fazer os números musicais na festa da Academia em 07 de Março do ano que vem. Seria lindo ver Sacha Baron Cohen, Bono Vox, Sting, Slash, Snoop Dogg, Elton John e Chris Martin juntos, cantando “…Ich bin Brüno dove of peace…”.

Mas saber tudo isso também é bom para nos prepararmos para um possível novo Jorge Drexler. Para quem não conhece ou não se lembra, Drexler concorria ao prêmio de Melhor Canção Original em 2005 pelo tema do filme “Diários de Motocicleta”, do diretor brasileiro Walter Salles, “Al Otro Lado Del Rio”, mas foi substituído por Antonio Bandeiras e pelo guitarrista mexicano Carlos Santana na execução da música durante a festa por ser totalmente desconhecido do público americano. Para o azar dos organizadores, Drexler levou o prêmio, e seu discurso comoveu e constrangeu a todos, como você pode ver no vídeo ao final deste post.

Este ano a história pode se repetir, entre outras, com a lindíssima canção “Innocent Child” do filme “Skin”, que por aqui foi exibido apenas no Festival Internacional do Rio de Janeiro em 2008 com o título “Pele”. Veja um clipe do filme com a música cantada por Miriam Stockleyde.

Dito tudo isto, segue abaixo a lista das canções concorrentes e seus respectivos performers, que você encontra só aqui, com exceção de duas músicas, cuja informação não está disponível na rede:

“All Is Love” from “Where the Wild Things Are” – Karen O And The Kids
“Almost Over You” from “My One and Only” -  Dillon O’ Brian & Howard Herrick
“Almost There” from “The Princess and the Frog” – Anika Noni Rose
“AyAyAyAy” from “The Maid” – Pedro Piedra Does
“Back to Tennessee” from “Hannah Montana The Movie” – Billy Ray Cyrus
“Being Bad” from “Duplicity” – Shana Halligan & Kiran Shahani
“Blanco” from “Fast & Furious 4” – Pitbull feat. Pharrell
“Brothers in Arms” from “Brothers at War” – John Ondrasik (Five for Fighting)
“Butterfly Fly Away” from “Hannah Montana – The Movie” – Miley Cyrus & Billy Ray Cyrus
“Cinema Italiano” from “Nine” – Kate Hudson
“Colorblind” from “Invictus” – Overtone
“Depression Era” from “That Evening Sun” – Patterson Hood
“Don’t Walk Away” from “Hannah Montana – The Movie” – Miley Cyrus
“Dove of Peace” from “Brüno” – Sacha Baron Cohen, Bono Vox, Sting, Slash, Snoop Dogg, Elton John & Chris Martin
“Down in New Orleans” from “The Princess and the Frog” – Randy Newman and the Dirty Dozen Brass Band
“Fly Farm Blues” from “It Might Get Loud” – Jack White
“Forget Me” from “I Love You, Beth Cooper” – Eleni Mandell
“God Bless Us Everyone” from “Disney’s A Christmas Carol” – Andrea Bocelli
“Here” from “Shrink” – Jackson Browne
“Hideaway” from “Where the Wild Things Are” – Karen O And The Kids
“Hoedown Throwdown” from “Hannah Montana – The Movie” – Miley Cyrus
“I Bring What I Love” from “Youssou N’Dour: I Bring What I Love” – Youssou N’Dour
“I See You” from “Avatar” – Leona Lewis
“(I Want to) Come Home” from “Everybody’s Fine” – Paul McCartney
“If You’re Wondering” from “The Lightkeepers” – Zana Mesihovic
“Impossible Fantasy” from “Adventures of Power” – Miranda Lee Richards and Ethan Gold
“Innocent Child” from “Skin” -  Miriam Stockley
“Invictus 9,000 Days” from “Invictus” – Overtone with Yollandi Nortjie
“Legendary” from “Tyson” – Nas
“Let Freedom Reign” from “Skin” – Hélène Muddiman
“Loin de Paname” from “Paris 36” – Nora Arnezeder
“Ma Belle Evangeline” from “The Princess and the Frog” – Jim Cummings
“My One and Only” from “My One and Only” – Holly Palmer & Dillon O’ Brian
“Na Na” from “Couples Retreat” – A.R. Rahman, Vivian Chaix, A R Ameen, Clinton & Dominic
“Never Knew I Needed” from “The Princess and the Frog” – Ne-Yo
“New Divide” from “Transformers: Revenge of the Fallen” – Linkin Park
“New Jersey Nights” from “Adventures of Power” – B. Original
“New York Is Where I Live” from “Did You Hear about the Morgans?” – Steve Tyrell
“No Time for Love” from “Simon & Malou” – Fallulah
“One Day” from “Post Grad” – Jack Savoretti
“Only You” from “The Young Victoria” – Sinéad O’Connor
“Other Father Song” from “Coraline” – They Might Be Giants
“Petey’s Song” from “Fantastic Mr. Fox” – Jarvis Cocker
“Ponyo on the Cliff by the Sea” from “Ponyo” – Fujioka Fujimaki & Nozomi Ohashi
“Possibility” from “The Twilight Saga: New Moon” – Lykke Li
“Raining Sunshine” from “Cloudy with a Chance of Meatballs” – Miranda Cosgrove
“Running Out of Empty (Make Ourselves at Home)” from “Lymelife” – The Spaceship Martini
“Smoke without Fire” from “An Education” – Duffy
“Somebody Else” from “Crazy Heart” – Jeff Bridges
“Stu’s Song” from “The Hangover” – Ed Helms
“Take It All” from “Nine” – Marion Cotillard
“Through the Trees” from “Jennifer’s Body” – Low Shoulder
“Trust Me” from “The Informant!” – Steve Tyrell
“Un Bouquet des Violettes” from “New York, I Love You” – ?
“We Are the Children of the World” from “The Imaginarium of Doctor Parnassus” – Terry Gilliam
“We Love Violence” from “The Imaginarium of Doctor Parnassus” – ?
“The Weary Kind (Theme from Crazy Heart)” from “Crazy Heart” – Ryan Bingham
“When You Find Me” from “Adam” – Joshua Radin
“Winter” from “Brothers” – U2
“The Word Is Love” from “Oy Vey! My Son Is Gay!” – Lulu
“You Got Me Wrapped around Your Little Finger” from “An Education” – Beth Rowley
“You’ll Always Find Your Way Back Home” from “Hannah Montana – The Movie” – Hannah Montana
“You’ve Been a Friend to Me” from “Old Dogs” – Bryan Adams

Jorge Drexler, no Oscar 2005.

Wesley Modro

Cartaz de Inception

Não é novidade para ninguém que um dos lançamentos mais aguardados (por mim) para o ano que vem é “Inception“, do diretor Christopher Nolan (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”). Foi divulgado ontem – um atraso eu postar hoje, se levar em consideração esse mundo virtual de notícias cada vez mais rápido – o primeiro cartaz do longa e, como esperado, é tão viajado quanto o teaser, que há meses postei aqui.

Um CEO (Leonardo DiCaprio) aproveita a tecnologia capaz de invadir o sonho das pessoas e descobre em sua própria cabeça a cena de um crime. Escrito e dirigido por Nolan, com DiCaprio, Marion Cotillard, Ellen Page, Ken Watanabe e Joseph Gordon-Levitt no elenco, o filme estreia no segundo semestre do ano que vem aqui no Brasil.

Trailer de Alice no País das Maravilhas

Divulgado novo trailer da adaptação de “Alice no País das Maravilhas” do diretor Tim Burton (“A Fantástica Fábrica de Chocolates”). Com roteiro de Linda Woolverton (“A Bela e a Fera”), o filme mostrará Alice aos 19 anos, (Mia Wasikowska) retornando ao mundo mágico que conheceu na infância. Agora, a jovem e seus velhos amigos se reunirão para destronar a tirana Rainha de Copas (Helena Bonhan Carter).

O elenco ainda conta com Johnny Depp, como o Chapeleiro Maluco, Anne Hathaway, a Rainha Branca e as vozes de Michael Sheen, Christopher Lee e Alan Rickman. A fita deve chegar ao Brasil em março do ano que vem.

Fonte: IMDB

Convite: Exibição do Curta “Perdão” no Capão Redondo

É com muito prazer que convido os leitores deste humilde blog para a primeira exibição aberta do curta-metragem “Perdão”, primeiro produzido pelos alunos e voluntários da ONG Projeto Vida Nova, a ser realizada na comunidade do Jd. Amália – berço dos adolescentes da ONG.

O evento cultural conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo e terá, além da apresentação do curta, muita música, um mural com fotos do projeto e curtas de outras ONGs da região.

Não é muito difícil chegar na região, e ainda temos o Google Maps para ajudar. Clique aqui para ver o mapa.

Outras informações:

EVENTO CULTURAL NO JARDIM AMÁLIA

Data: Sábado, dia 12 de dezembro de 2009
Local: Rua Serra das Estrelas, sem número, na praça/entrada da Comunidade do Jardim Amália
Horário: a partir das 20h00
Programação:

- Exibição do curta-metragem “PERDÃO”, produzido pelos próprios adolescentes da Comunidade do Jardim Amália.
- Outros Curtas de ONGs da Região
- Apresentações Musicais
- Art Tucs
- E muito mais!


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  • Texto interessante do @mauriciostycer sobre Dunga e seu critério para convocação: http://migre.me/jpJq 9 hours ago
  • Tomara que Adriano continue inspirado como é no Flamengo. 10 hours ago
  • Pois é. Agora o Imperador não podia faltar meeesmo! RT @taqueopariu: @fagnerfranco Nenhum Ronaldo, ixcrusivel.... 10 hours ago
  • Desculpa aê, posso discordar com alguns jogadores desta convocação, mas Ronaldinho Gaúcho num joga na seleção direito faz anos. Muitos anos. 10 hours ago
  • Agora que me lembrei. Acordei cantando "Forever Young". Que viagem. Alguém tem a música pra me mandar aí, deu vontade de ouvir...rs 11 hours ago

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